Menonitas no Brasil
Mennoniten in Brasilien
Nachrichten und Mennonitische Geschichte
26.10.2026
Esta página em português.
Clique aqui!
Contato:
menonitasnobrasil@gmail.com
whatsapp: (43) 99990 1023
Editor: Udo Siemens
Nova edição: segundas, às 13 hs

Uma açude, uma imagem de paz: o brilho da água, as ovelhas no pasto, as árvores e suas sombras projetadas nas águas e nuvens cavalgando o céu imenso.
Mas a verdadeira paz não está na imagem, mas nos olhos que a contemplam.
Foto de Ana Friesen, Colônia Nova, RS
Neue Serie
Eine Mutter
Ein getreues Bild des mennonitischen Lebens in Russland,
wie es sich in den Erinnerungen eines alten Mütterchens abspiegelt
von Peter Epp
Hier
Einwanderung und Anfänge
Teil 26
Der folgende Zeitungsartikel aus dem Wochenblatt „Der Bote“ (19. März 1930) erschien ursprünglich in der Deutschen Zeitung in Curitiba. Er beleuchtet die dramatische Phase der Flucht tausender Russlanddeutscher über Moskau im Winter 1929/30 und die Anfänge der Mennoniten-Ansiedlung in Brasilien (Krauel / Witmarsum).
Ende 1929 flohen tausende russlanddeutsche Bauern (mehrheitlich Mennoniten) vor der erzwungenen Kollektivierung, Entkulakisierung und religiösen Verfolgung nach Moskau. Durch internationalen Druck erlaubte die Sowjetregierung ca. 5.600 Menschen die Ausreise nach Deutschland. Deutschland konnte und wollte diese Flüchtlinge mitten in der Weltwirtschaftskrise nicht dauerhaft aufnehmen. Darum suchte man Länder, die sie aufnehmen könnten.
Ein brasilianisches Hilfskomitee
für die Russland-deutschen Flüchtlinge
Auf Einladung des Verkehrsministers Dr. Konder fand in Rio eine Aussprache zwischen dem Minister und dem in Russland-deutschen Fragen erfahrenen Pastor Brepohl-Ponta Grossa statt, um einen Weg zu finden, der diesen Flüchtlingen es ermöglicht, in Brasilien sich eine neue Heimat aufzubauen. Da die Flüchtlinge, welche durchweg deutscher, holländischer und schweizer Abstammung sind, gänzlich mittellos dastehen, kann von einem Ausreichen der seitens der Bundesregierung den Einwanderern gewährten weitgehenden Vergünstigung nicht die Rede sein. Wenn nun auch gerade diese Flüchtlinge erprobte und bewährte Landwirte sind, deren Zuwanderung für Brasilien von großer Wert ist, so erscheint es mit Rücksicht auf die Einwanderer anderer Nationen, sowie der eigenen Landeskinder aus Gründen der Gleichberechtigung aller Einwanderer nicht tunlich, für diese besondere Mittel bereitzustellen.
Um daher eine Fürsorge über den Rahmen der gesetzlichen Vergünstigungen für Einwanderer hinaus, eine Fürsorge, die bei der Notlage unbedingt erforderlich ist, schaffen zu können, erschien es geboten, ein Hilfskomitee zu schaffen, welches, auf karitativer Grundlage aufgebaut, solche Mittel herbeizuschaffen sucht. Am 24. Dezember (1929) fand daher eine Aussprache zwischen Minister Konder und Pfarrer Brepohl im Verkehrsministerium statt, bei der die Schaffung eines solchen Komitees beschlossen wurde. Herr Minister Dr. Victor Konder erklärte, dass er selbst das Protektorat übernehmen und die Herren Staatspräsidenten Dr. Alfonso Camargo, als Staatspräsident von Paraná, und Dr. Adolpho Konder, als Staatspräsident von Santa Catarina, ersuchen werde, das Mitprotektorat zu übernehmen. Pfarrer Brepohl soll die Geschäftsleitung übernehmen, deren Sitz in einem der beiden Einwanderungsstaaten, wahrscheinlich Ponta Grossa oder Curitiba, sein soll. Der Minister ersuchte Pastor Brepohl, eine Denkschrift auszuarbeiten und vorzulegen. Diese wurde bereits am 28. Dezember dem Herrn Minister durch den Sekretär des Kabinetts überreicht.
Als Ansiedlungsgebiet ist West-Paraná und die Kolonien nördlich des Uruguay im Staate Santa Catarina, eventuell noch das Gebiet bei Ijuí in Aussicht genommen. Eine definitive Feststellung des Gebietes hat aber noch nicht stattgefunden. Unabhängig von dieser Aktion beabsichtigt sich eine weitere Gruppe in der Gegend von Foz do Iguaçu niederzulassen. Auch hat die Hanseatische Ansiedlungsgesellschaft (in SC) sich bereit erklärt, ihrerseits 1000 Kolonisten aus Russland zu übernehmen.
Die Flüchtlinge selbst bestehen aus Mennoniten (deutscher und holländischer Abstammung), Protestanten (deutscher und schweizer Abstammung), Mariaviten (deutsch-polnischer Abstammung), wenigen römisch-katholischen, dagegen einigen Tausend russisch-orthodoxer Christen. Die Mehrzahl sind Mennoniten.
(Aus „Deutsche Zeitung - Curitiba," Brasilien.)
„Der Bote", Mittwoch, den 19. März 1930
Die brasilianische Bundesregierung konnte aber den mittellosen Flüchtlingen keine Sonderfinanzierung gewähren, ohne andere Einwanderer oder heimische Landwirte zu benachteiligen. Darum die Gründung eines karitativen Hilfskomitees. Man wusste aber noch nicht, wohin mit diesen Ankömmlingen.
Pfarrer Friedrich Wilhelm Brepohl (1879–1952) war eine prägende, vielschichtige und bedeutende Persönlichkeit im deutsch-brasilianischen Geistes- und Gemeindeleben.
In Deutschland geboren kam er als evangelischer Pastor nach Brasilien und war u. a. in Lapa und vor allem in Ponta Grossa (Paraná) tätig.
Neben seinem Seelsorgeramt war er als Buchhändler, Journalist, Autor und Verleger aktiv. Er setzte sich stark für das deutsche Schulwesen in Paraná ein.
Brepohl besaß hervorragende Kontakte in die brasilianische Politik (wie das Treffen mit Verkehrsminister Dr. Victor Konder zeigt). Er nutzte seinen Einfluss, um Lösungen für mittellose deutsche Einwanderer und Flüchtlinge zu erwirken und Verhandlungen mit den Behörden zu führen. Er verfasste zahlreiche Schriften zur Geschichte der deutschen Einwanderung im Süden Brasiliens, Heimatliteratur sowie religiöse Traktate.
Lied: Frint wie gon nom Heimatlaunt - Chihuahua Sinj Camp 2026 (Freund wir ziehn ins Heimatland)
Missionária que evangelizou crianças por 30 anos é condenada à prisão na Rússia
Ser dócil não é um mandamento bíblico
Video: Eu não tenho fé porque Deus não me deu • Rachel de Queiroz
Bíblia impede que facada atinja trabalhador durante assalto
Universidade de elite registra aumento de 1.050% em conversões ao catolicismo
Mulher invade igreja evangélica armada, faz disparos e é presa em MG
Padre morre após ser atingido por crucifixo em missa transmitida ao vivo no Equador
Ladrão é flagrado no telhado de igreja e detido por fiéis em terreno
Liste der Gleichnisse in den Evangelien
Gleichnisse und Illustrationen online
Die Gleichnisse Jesu für Kinder
Como aliviar a dor da decepção?
Pessoas que sempre desejam o mal aos outros não são pessoas más, mas fazem isso para proteger uma autoestima frágil
Insônia aumenta risco de demência, AVC e problemas cardíacos; veja o que dizem especialistas
Divórcio com filhos: o amor não deveria exigir escolhas
Sintomas de AVC: saiba identificar os sinais e quando chamar o Samu
Aquele que não está satisfeito com o que tem, não estaria satisfeito com o que gostaria de ter
Eu acordo às 4h30 da manhã não porque goste, mas porque é a primeira vitória do dia
Leihmutterschaft: (K)ein Recht auf ein Kind?
Ob Enkel sie später anrufen, bestimmen Großeltern unbewusst
Morte em lua de mel por alergia a frutos do mar
Paranaense atingido por raio na cabeça durante trilha no Equador é resgatado a cavalo
Homem furta picanha com plano de comemorar vitória de Lula
Horror im Altenheim: Sohn reist aus der Schweiz an und findet gefesselte Mutter vor
Video: A TRAGÉDIA DE LISBOA 1755: O Terremoto Mais Devastador Que Já Atingiu Casas Portuguesas
Maior supermercado autônomo da América Latina abre em Curitiba; veja como funciona
Avião cai e explode após equipe de manutenção esquecer tampa do tanque de combustível
Efeito BYD: como Brasil virou 'laboratório' de empresas chinesas
Aos 14 anos, estudante conquista o mundo com caligrafia tão perfeita que parece ter sido feita por computador
Flucht der Leistungsträger: Warum Deutschlands Eliten nach Paraguay auswandern
Vor 30 Jahren nach Brasilien ausgewandert - Kai erzählt aus seinem Leben
Schrecklicher Zusammenstoß bei Loma Plata
Video: Warum hasste und verfolgte Hitler die Juden?
Lula é reeleito presidente do Brasil
A eternização do fracasso
O quarto mandato de Lula é a consagração de uma tragédia brasileira
Pastores se manifestam após resultado das eleições: “O Senhor continua reinando”
Flávio chama resultado do segundo turno de 'sacanagem', diz ser 'impossível' reconhecer derrota e que tentará anulação
Ministros veem erros do TSE e do STF, mas descartam anular eleição
Lula e Flávio pediram ao TSE prorrogação da votação
Moraes autoriza Bolsonaro a receber visitas de grupo de oração...
Mais eleitores nas urnas, menos votos brancos e nulos e virada em mais de 200 cidades: a combinação que levou Lula à vitória histórica
Nem Lula, nem Flávio Bolsonaro 'têm estômago' para reforma que Brasil precisa, diz Economist
Reeleito aos 80 anos, Lula será o presidente mais velho da história
Lula terá 4° mandato com dívida de R$ 11 trilhões e 82% do PIB
Advogado de Trump questiona eleição após Zanin ampliar votação até as 19h
TSE desmente Flávio Bolsonaro sobre retirada de fiscais do PL de sala-cofre
Flávio não reconhece vitória de Lula e anuncia ações para anular pleito
6 Estados terão governadores negros a partir de 2027
O sequestro do bolsonarismo nas igrejas evangélicas brasileiras
Da demonização de Lula à guerra espiritual: como a extrema direita mobiliza a fé
Flávio ficará sem mandato pela 1ª vez em 24 anos.
O que silêncio de Trump sobre vitória de Lula diz sobre relação entre Brasil e EUA
Multidões protestam na França, Espanha, Itália, Bélgica e Albânia; confrontos incluem bombas, pedras e prisões
Quem está por trás dos protestos violentos na França e quem pode se beneficiar deles?
Flórida emite mandado de prisão contra Raúl Castro, ex-presidente de Cuba
A França e seus demônios
Präsident Lula gewinnt Stichwahl in Brasilien
Wahlen in Brasilien: Eine Nacht zwischen Jubel und Misstrauen
Wahlen in den USA.
Trumps Milliarden: Wie korrupt ist der US-Präsident?



Eine Mutter
Ein getreues Bild des mennonitischen Lebens in Russland,
wie es sich in den Erinnerungen eines alten Mütterchens abspiegelt
Veröffentlichung der Mennonitischen Rundschau, 1946
von Peter Epp
Der folgende Text stammt aus den Lebenserinnerungen und Erzählungen von Peter Epp, der das Leben der Russlanddeutschen in den mennonitischen Kolonien (wie hier in Südrussland) so authentisch wie kaum ein anderer festgehalten hat.
Im Mittelpunkt steht die junge Agathe, die nach dem Tod ihrer Mutter spürt, wie sich das Gefüge der Familie auflöst. Während der Vater im Stillen Möbel und Aussteuerkisten für die heranwachsenden Kinder zimmert, wächst bei den Geschwistern die unheilvolle Ahnung, dass der Vater – von Einsamkeit und Trauer gezeichnet – einen schwerwiegenden Entschluss gefasst hat, der das Ende ihres vertrauten Zuhauses bedeuten könnte.
Der Text zeigt auf berührende Weise die ungesagte Liebe, die strengen gesellschaftlichen Konventionen (wie die strenge Sitzordnung am Tisch) und die tiefe Melancholie einer Epoche vor deren endgültigem Untergang.
Kapitel 3
In diesem Herbst bekamen wir unsere ganze übliche Aussteuer, besonders Wäsche und Möbel. Schon seit mehreren Jahren hatte unser Väterchen das vorbereitet. Jedesmal, wenn er Holz aus Halbstadt oder Takmak holte, suchte er die besten Bretter aus, liess sie gut trocken werden, in der Sonne, oder im Winter in der grossen Stube am Ofen, so dass dann immer ein so schöner Duft von warmem Fichtenholz in unserm Hause war, dann hatte er die Bretter auf den Werkstubenboden gelegt. Da lag eine hohe Schicht. Jetzt wurde eins nach dem andern heruntergenommen. Und eines Tages sagte Väterchen: „Nun, Agathen, wo soll denn deine neue Kiste stehen?” Dabei lächelte er wieder so hübsch um seinen Mund und doch ein wenig traurig.
„Meine Kiste, Väterchen?”
„Ja, deine Kiste, die ich jetzt machen werde.”
„Sie wollen mir eine Kiste machen?”
„Ja, dir und Tienke.”
Schon nach einigen Wochen führte Väterchen uns in das Werkstübchen. Da standen zwei neue Kisten, fertig bis auf die Gehänge, Schlösser und die Farbe, und waren so sauber und rein und weiss und so wunderschön. Da schossen mir die Tränen in die Augen, ich wandte mich ab, streichelte lange die schneeweissen Bretter, die Väterchens Hände so weiss gehobelt hatten. Ich sagte kein Wort, kein einziges Dankwort meinem lieben Väterchen, aber mein Herz konnte die Liebe, die ich fühlte, kaum fassen. Da fanden die Kisten, unter den weichen Hobelspänen, von denen Väterchen die schönsten aufbewahrte, um sie in die Särge zu legen, die er für alle Verstorbenen des ganzen Dorfes machte.
Solche Kisten gehörten damals zu der Aussteuer der erwachsenen Mädchen jener Zeit, wie heute Kommoden. Darin waren wir also den andern Mädchen gleich, aber dass unser Väterchen sie selber gemacht hatte, machte mir dieses Stück so teuer. Mir tat es geradezu weh, dass ich gar keine Möglichkeit hatte, Väterchen so tief, wie ich wollte, zu zeigen, wie lieb ich ihn hatte. Oft dachte ich in meinem Sinn: Ich möchte am liebsten wegziehen. Weit, hinter das grosse Wasser, nach Amerika. Und warum? Dann beim Abschied darf ich Väterchen um den Hals fallen, ihn 100 mal küssen, meine Wange an seine halten, ihn drücken und drücken. Dann könnte mich keiner beschämen, dann dürfte ich es tun. Jetzt aber war ich zu gross dazu. Unsern David aber, der noch klein war, fragte ich, ob er unser Väterchen, der so sehr für uns arbeitete und uns schon so viel Gutes getan habe, nicht sehr, sehr lieb haben wollte. Und David trat nach dem Abendessen an seinen Stuhl, legte seine Arme um Väterchens Hals und wurde dunkelbraun vor Anstrengung, so sehr drückte er. Väterchen neigte sich ein wenig und legte die Hand auf Davids Schulter und streichelte seine Backen. Ich aber schaute durch den Spalt der Eckstuben-Tür und es war mir, als ob ich dadurch auch für meine grosse Liebe einen Ausdruck gefunden hatte, und dachte: David, drück sehr, sehr.
Die Gehänge am Deckel der Kiste waren mit dicken Bolzen angemacht, welche grosse blanke messingne Knöpfe hatten. An jedem Ende des Deckels zwei. So gross wie ein Silberrubel. Auch an der vorderen Seite beim Schloss waren solche Knöpfe. Sie waren so blank, dass einer sich darin spiegeln konnte. Aber dann hatte einer ein verdrehtes Gesicht, mit sehr dicken Backen. Diese Kiste steht noch in meinem Stübchen und die Knöpfe sind noch so blank wie einmal. Das Schloss an der Kiste hat eine schöne Gewohnheit. Es ist ein dreifaches Schloss. Dreimal muss der Schlüssel umgedreht werden. Bei jedem Drehen gibt es einen schönen Glockenklang. Dieser Glockenklang, den mein Väterchen mit geheimnisvollem Lächeln hören liess, bevor er mir die Schlüssel überreichte, ist mir selber, meinen Kindern, Nichten, Neffen und Grosskindern stets eine neue Überraschung und Freude gewesen, die und nie alt wurde. Sobald ich den Schlüssel ins Loch steckte, malte sich in den kleinen Gesichtern höchste Spannung und beim ersten Klang strahlten die Augen auf. So war es vor 50 Jahren mit meinen eigenen Kindern, so ist es jetzt mit meinen jüngsten Grosskindern. Ja, mir selber geht es so. Selten geschieht es, dass ich den Klang überhöre. Jedes Mal ist er mir eine liebe Stimme aus alter, alter Zeit. Alle Klänge und Töne meiner Jugend sind verklungen. Dieser eine Klang aus der Zeit unseres Väterchens klingt noch wie damals.
Die Kisten, meine und Tienkens, waren mit hellbrauner Farbe angestrichen und wurden, da im Hause kein Platz war, in die Bodenkammer gestellt. Die Wäscheaussteuer fingen wir schon an zu nähen, als Mütterchen noch lebte. Die Stoffe kauften unsere lieben Eltern im grossen Takmak. Da war ein sehr grosser Laden. Zwei Stockwerke. Die Tür so gross wie unser Scheunentor und die Fenster so hoch und so breit, da wohl ein ganzes Fuhrwerk hätte durchfahren können. Der Laden war so lang wie unser Wohnhaus und Stall zusammen. Da lagen die Stoffe aufgestapelt. Auf Brettern bis an die Decke. An allen drei Wänden. So viel, dass einer beinahe schwindlich wurde, das zu übersehen. Wenn die Ladenjungen, die immer in weissen Kragen und Schlipsen gingen, von den obersten Brettern etwas wollten, stellten sie Leitern an. Wie wir im Garten zum Kirschenpflücken. Ich habe später in meinem Leben nicht mehr so grosse Läden gesehen und bin doch in vielen Dörfern gewesen, sogar hier in Barmwenke, was doch ein sehr grosses Russendorf ist, sind solche nicht. Nur in Amerika wird es wohl solche geben. So erzählten uns unsere Geschwister, als sie uns von dort besuchten.
Vor diesem Hause war ein eiserner „Wollem“, das ist eine Eisenstange zwischen Pfosten, die Pferde anzubinden. Hier hielten Väterchen und Mütterchen gewöhnlich an und während ich auf der Droschke sass und nach den Pferden und Sachen aufpasste, machten sie ringsum in den Läden ihre Einkäufe. Gerade vor einem dieser Wunderfenster war der „Wollem“. Das Glas, das die Leute böhmisch nannten, war wie ein Spiegel. Da sah einer das ganze Fuhrwerk, die Pferde, die Droschke und auf dem Sitz hinten ein kleines Mädchen, das Sonnenblumensamen aus einem roten Taschentuch knackte, abgespiegelt. Dann kamen halberwachsene Jungen von allen Seiten, von Bloch, Kusmenko und Berger und brachten Pakete: Kaffee, Zuckerhüte, Nägel, Holzschrauben, Leimtafeln, Salz, Soda, Seife und legten das alles in der Droschke zu meinen Füssen nieder. Das hatte Väterchen in verschiedenen Geschäften gekauft und die Ladenjungen bedienten ihn so, dass sie ihm alles selber in den Wagen trugen. Alle Juden nannten ihn Pan Epp und immer Pan Epp und alles Volk liebte und kannte ihn und grüsste ihn. Ganz besonders der reiche Jude Peder mit dem grossen Manufakturladen. Der sagte Freund Epp und war doch ein reicher und sehr vornehmer Herr und Väterchen in seinem gewöhnlichen Schmiedeanzug. Nur den Schurz abgelegt und eine kleine Sonntagskappe auf dem Kopf.
In diesem Laden waren ganz merkwürdige Angestellte. Die konnten einem schier die Gedanken aus den Augen lesen. Einer brauchte gar keine Erklärungen und Beschreibungen zu machen. Zu Unterhosen, zu einer Alltagsschürze, zu einem Kleinssonntagsrock, zu Windeln, zu einem Unterhemd zum Winter. Nur sagen, wozu, dann legten sie einem das vor, was nötig war. Die Ware war gut und einer konnte sich verlassen, dass es gerade das war, was unter allen Mennoniten schicklich und gebräuchlich war. Diese Angestellten mussten in Kleiderfragen ganz genau, was sich für die verschiedenen Mennonitenleute ziemte: für Vollwirte, Halbwirte, Handwerker, Landlose, Dorfsarme, für Kinder, junge Männer und Frauen, alte Greise und Mütterchen. Jedem wurde vorgelegt, was seinem Stande entsprach. Mein Väterchen zählten sie noch über die Vollwirte und legten uns darum auch immer das allerbeste vor.
Hier in Barmwenke in dem grossen Russendorf, in dem ich jetzt lebe, eine Eisenbahntagesreise von meiner alten Heimat, kann ich nichts einkaufen. Ich habe ja noch ein kleines Kapital, das mein Schwiegersohn verwaltet und hin und wieder findet sich in meinem Geldbeutelchen, das immer in einer kleinen Beilade in der Kiste ist, ein Rubel oder auch ein Dreier, den ich wohl gern für meine Grosskinder zu irgend etwas verwenden möchte. In den Läden verstehen sie mich aber nicht und zeigen mir lauter Dinge, an die ich in meinen alten Jahren nicht mehr Gefallen haben kann. Darum kann ich mich auch mit meinen Grossstöchtern schwer mitfreuen zu ihren Schürzen und Blusen und andern neuen Moden. „Kinder,” sag ich, „ich bin euch sehr gut, aber ich bin eine alte Frau, die nicht mehr verstehen kann, warum das hübsch sein soll, was ihr euch da angezogen und umgehängt habt.” Ich denke, der Pecker in Takmak hätte euch viel Hübscheres vorgelegt. Sie lachen mich aus wegen der alten Mode. Es ist ja hier auch keine richtige Einteilung unter den Menschen, wie in den Mennonitendörfern der alten Heimat. Der eine hier ist ein Kaufmann, der andere ein Fabrikant, der dritte ein Mühlenbesitzer, der vierte ein Schreiber, und da würde vielleicht der alte Pecker, wenn er mal herkäme, selber nicht wissen, was sich für den einzelnen in Kleidung und Mode geziemt. Mir ist es ja einerlei. Im hohen Alter gehen die Gedanken so wie so mehr und mehr von allem Irdischen und Äusserlichen ab zu der andern Welt.
MR 1946-04-24
In jenen Bäckerladen mit den grossen Fenstern gingen eines Tages Väterchen und Mütterchen und kauften unsere ganze Aussteuer. Auch für Abram und Gerhard, sogar für unsern damals noch kleinen David. Die Hemden für die drei Jungen wurden alle in eine Grösse gemacht. Die Mannsleute in unserer Familie waren alle nach demselben Modell gebaut. Die Sachen, die Väterchen passten, standen auch Abram und Gerhard gut. Und David würde wohl keine Ausnahme machen, dachten wir, und schnitten mit Mütterchen seine Hemden nach demselben Mass zu. Die Eile, mit der diese Arbeit betrieben wurde, war uns beinah unheimlich. War es uns doch ein Zeichen, dass Mütterchen fühlte, ihres Bleibens hier sei nicht mehr lange. Wirklich starb sie dann auch bald. Daher erfüllte es mich mit grosser Besorgnis, als Väterchen, nachdem er kaum unsere Kisten fertig hatte, mit unruhiger Haft und Eile, wie damals Mütterchen mit der Aussteuer, Schränke für unsere Brüder in Angriff nahm, und auch wieder für David, den jüngsten ebenso wie für die älteren.
Zugleich fiel uns auf, dass Väterchen immer stiller und in sich gekehrter wurde. Auch an den Sonnabenden pflegte er jetzt aufzustehen und sich in seine Eckstube zurückzuziehen. Da sass er im Sorgstuhl, rauchte und schaute trübe vor sich hin. Nachts, ich schlief in der kleinen Stube, nur eine Wand zwischen unsern Betten, hörte ich ihn laut stöhnen und seufzen. Tags war er unermüdlich an unserer Ausstattung tätig.
„Ist es nicht, als ob er sein Haus vor dem Tode bestellen wolle?” sagte Tienke. Ich erschrak über diese Worte. Waren es doch meine eigenen Gedanken, die mich seit längerer Zeit beunruhigt hatten, und nun hatte auch Tienke dieselben Ahnungen. Eines Tages, als er wieder so in seinem Sorgstuhl sass, nahm ich mir ein Herz, trat an seine Seite und fragte:
„Väterchen, sind Sie krank?” Er wandte langsam sein Gesicht mir zu.
„Nein, Kind, ich bin ganz gesund...”
„Warum arbeiten Sie denn so unermüdlich an unserer Ausstattung und sehen dabei so traurig aus?”
„Ach Kind,” seufzte er und war wieder still.
„Wir fürchten fast, dass Ihre Hast und Unruhe ein böses Zeichen ist,” fuhr ich fort. Er sagte wieder nichts.
„Väterchen, Sie werden uns doch nicht genommen werden,” rief ich ängstlich. Jetzt lächelte er.
„O nein,” sagte er. „Ich hoffe, dass ich mit Gottes Hilfe noch einige Jährchen bei euch bleiben werde.”
„Warum eilen Sie denn so mit den Arbeiten?”
„Einmal muss es ja doch sein. Jetzt passt es mir gerade. Ist es getan, können auch keine Hindernisse dazwischen kommen. Ich bin ganz ge—"
„Und doch sind Sie so betrübt und bedrückt?”
Er sagte nichts.
„Sehnen Sie sich nach Mütterchen?”
Bei diesen Worten wurde er so aufgeregt, dass die Pfeife in seiner Hand zitterte. Er stand hastig auf und ging in die Grosse Stube. Sein Gesicht sah ernst, beinah böse aus. Ich merkte, dass er an diese Wunde nicht gerührt haben wollte. Dass Väterchen sich nach Mütterchen sehnte war ja nur natürlich, doch schien mir manches in seinem Betragen unerklärlich. Er fühlte sich gesund, hoffte noch einige Jährchen bei uns zu bleiben und eilte doch so sehr mit Arbeiten, die nach unserer Meinung durchaus nicht so eilig waren. Nun kamen mir zum ersten Mal Mütterchens Worte, die sie mir kurz vor ihrem Tode gesagt hatte, in Erinnerung. Jene Andeutungen lagen mir damals, als sie ausgesprochen wurden, so fern, und obwohl meine Ohren sie hörten, machten sie doch auf meine Gedanken keinen Eindruck. Wie konnte ich, während mein liebes Mütterchen noch zu mir redete, an solche Dinge denken, die sie im Geiste kommen sah? Auch nach ihrem Tode war sie mir so gegenwärtig und ausserdem war mein Geist so beschäftigt mit dem, was jeder Tag mit sich brachte, dass ich mir kaum irgendwelche Gedanken darüber machte, wie es wohl weiter mit Väterchen gehen würde. Jetzt aber gewannen Mütterchens Andeutungen mit einmal eine ganz andere Bedeutung. Sollte es wirklich der Fall sein? Je mehr ich Väterchens Verhalten sah, desto deutlicher wurde mir, dass ihm irgend ein Entschluss für sein weiteres Leben sehr viel zu schaffen machte. Er bat Tienke und mich, wir sollten unsere Aussteuer in unsere neuen Kisten verschliessen und auch die Aussteuer unserer Brüder in besondere Verwahrung nehmen. So sehr dies alles meine Vermutungen zu bestätigen schien, so konnte ich mich doch lange nicht zwingen, mir diese Sache einmal wirklich vorzustellen. Stets flogen meine Gedanken davon weg zu irgend einem andern Gegenstand. Was dann? Und ist dem nicht vorzubeugen? Diese beiden Fragen versuchte ich zu durchdenken. Wenn Väterchen wirklich solches im Sinne hatte, hatte ich dann nach dem Versprechen, das ich damals meinem Mütterchen auf dem Sterbebette gegeben, ein Recht dem entgegenzuarbeiten? Wenn es so sein Wunsch war, natürlich nicht, und ich war auch fest entschlossen, ihm keinerlei Hindernisse in den Weg zu legen. Könnte ich aber durch meine Liebe und Sorgfalt bewirken, dass er sich so wohl fühle unter uns, dass der Gedanke sich zu verändern, ihm überhaupt nicht käme, so dürfte ich das doch tun und Mütterchen würde mir gewiss ihren Segen dazu geben. So nahm ich alle meine Gedanken, Erfindungen und Kräfte zusammen, um ihm das Leben so wohl wie nur irgend denkbar, einzurichten. Durch Vergleichen, Vermuten, Fragen suchte ich festzustellen, was ihm am besten schmeckte. Aus ihm selber war das kaum zu erfahren. Schon früher pflegte er zu sagen: „Was Mütterchen kocht, schmeckt alles schön,“ und jetzt bekam ich nur sehr selten eine bestimmte Antwort, wenn ich fast jeden Morgen fragte, ob er sich heute nicht etwas Besonderes zu Mittag wünsche.
„Wie es dir auskommt,” sagte er gewöhnlich. „Mir schmeckt alles schön, was du kochst.”
„So sollen Sie nicht sagen, Väterchen,” rief ich. „Wir haben doch von allem vollauf und in Fülle: Schmalz, Butter, Eier, Rahm, Zucker. Nur ein Wort von Ihnen und uns wird es eine Freude sein Ihnen alles zu machen, was Ihnen schmeckt und lieb ist.”
Er aber lächelte bloss: „Ist alles gut.” Weiter war nichts aus ihm herauszubekommen. Nur hin und wieder kam es vor, dass er am Mittagstisch so in Gedanken sagte: „Ich dachte, es würde heute Waffeln geben.” Solche Fälle waren mir schon früher unangenehm. Jetzt aber, da mich der Gedanke an eine mögliche Veränderung unseres Väterchens so beunruhigte, taten mir solche Begebenheiten ganz besonders weh.
„So sind Sie,” rief ich fast gekränkt. „Wenn ich Sie morgens frage, was Sie essen wollen, sagen Sie nichts, und nun hat es Sie doch nach Waffeln gehungert und wir haben Nudeln gekocht und müssen uns beschuldigen, dass wir Ihnen nicht gegeben, was Sie wünschen.”
„Agatchen,” sagte er, „das war kein Hunger. Bloss ein Gedanke, der mir kurz vor Mittag durch den Sinn ging. Nudeln schmecken doch auch schön, noch viel besser als Waffeln.”
„Nein, Väterchen,” rief ich eifrig, „es hat Sie doch nach Waffeln gehungert, und wenn jetzt Waffeln auf dem Tisch ständen, wäre Ihnen das lieber.”
„Nein, die Nudeln sind mir lieber. So schöne gelbe Nudeln und gebratenes Schinkenfleisch.”
Ich stritt mich lange so mit ihm herum. Er aber blieb fest bei seinem, und ich konnte nicht mit unserm eigensinnigen Väterchen anfangen, und er schien sich im stillen zu freuen, dass ich mich deswegen so aufregte. Ich hörte aber nicht auf zu forschen und zu bedenken, und glaube sagen zu können, dass unsere Mahlzeiten, wie auch der ganze Haushalt, waren wie bei unserm lieben Mütterchen. Wenigstens, sagte ich mir, kann eine Veränderung ihm in dieser Beziehung unmöglich etwas Besseres bringen. So kann es auch bei Väterchen unmöglich der Grund sein, sich eine Veränderung zu wünschen. So forschte ich weiter in meinem Sinn, denn irgend etwas Besseres müsste er doch erwarten, wenn er sich wirklich mit jenem Gedanken herumtragen sollte; es musste ihm also an seinem gegenwärtigen Zustande etwas fehlen. Was könnte das sein? Ich strengte Tag und Nacht meine Gedanken an. Wenn ich das erst wüsste, so wäre es mir vielleicht möglich, ihm dasselbe durch irgend etwas zu ersetzen. Dieses Forschen und Grübeln machte mich sehr ernst. Meine Geschwister fragten wohl, doch wollte ich ihnen meine Befürchtungen nicht mitteilen. Felix machte wieder seine spässigen Bemerkungen:
„Seht einmal das ernste, sorgenvolle Agatchen. Nur den Rücken krumm und einige Runzeln um das glatte hübsche Gesichtchen und das Grossmütterchen ist fertig. Auch kein Wunder. Fünf Mastschweine im Stall, vier Gesellen am Tisch und alles will satt werden. Das gibt Sorgen und kummervolle Nächte.”
Ich versuchte ein wenig über diesen Spass zu lächeln, um ihn nicht zu kränken; denn er konnte ja nicht wissen, wie traurig und so gar nicht scherzhaft mir zu Mute war. Nach vielem Grübeln glaubte ich etwas entdeckt zu haben, das ich meinem Väterchen wohl nicht bieten konnte. Und das mochte es wohl sein, dass er sich so sehnte. Väterchen und Mütterchen assen allein in der Eckstube, während wir Geschwister mit den Gesellen in der kleinen Stube assen. Nun aber sass unser Väterchen ganz allein an seinem Tische und das mochte ihm wohl mit der Zeit zu einsam werden. Ich dachte viel darüber nach, wie diesem abzuhelfen sei. Alle Vorschläge aber, die ich mir in Gedanken machte, schienen doch unmöglich. Dass Väterchen sich etwa zu uns an den gemeinsamen Tisch setzte, war ganz gegen damalige Sitte und wäre uns Geschwistern auch als eine Demütigung unseres lieben Väterchens vorgekommen. Nun hätte ich ihm so gerne in seinem Stübchen Gesellschaft geleistet. Es wäre für mich eine unbeschreibliche Freude gewesen zu allen Mahlzeiten an seinem Tisch zu sitzen und mit ihm zu plaudern, wie das früher immer unser Mütterchen tat. Einmal, als ich meine Geschwister darauf aufmerksam machte, wie einsam, gedrückt und appetitlos er da sässe, meinte Gerhard so beiläufig, von Rechtswegen gehörte ich, Agatchen, jetzt dort hin. Das war aber auch ganz und gar undenkbar. Es hätte wohl wie eine Erhebung gegen mein Geschwister und Gesellen ausgesehen und Väterchen würde es auch nie geduldet haben. So konnte ich also bei all meinem vielen Nachdenken keinen Ausweg finden.
MR 1946-05-01
Bemerkungen:
Einige Ausdrücke und Begriffe aus der mennonitisch-südrussländischen Alltagskultur der Epoche sind heute ungebräuchlich oder bedürfen einer kurzen Erläuterung:
Aussteuer: Die Gesamtheit an Möbeln, Wäsche, Kleidung und Haushaltsgegenständen, die eine junge Frau bei der Heirat in die Ehe einbrachte.
Takmak (auch Tokmak / Groß-Tokmak): Eine bedeutende Stadt und ein regionales Handelszentrum in der Nähe der mennonitischen Kolonien (Molotschna) in der Ukraine, wo es große, mehrstöckige Handelsläden gab.
Halbstadt: Eines der zentralen mennonitischen Dörfer bzw. Verwaltungszentren der Molotschna-Kolonie in Südrussland.
Zuckerhüte: Zucker wurde damals nicht in kleinen Würfeln oder Kristallen verkauft, sondern in großen, festen kegelförmigen Hütchen, die mit einer Zange abgezwickt werden mussten.
Pan: Die polnisch/ukrainisch/jüdisch geprägte Anrede „Herr“ (Pan Epp), die von den Händlern respektvoll genutzt wurde.
Vollwirte / Halbwirte / Landlose / Dorfsarme: Die damalige soziale Rang- und Besitzordnung in den mennonitischen Dörfern. Ein Vollwirt besaß eine volle Hufe Land (eine festgelegte große Ackerfläche), während Landlose oder Dorfsarme kein oder nur sehr wenig Land besaßen.
Sorgstuhl: Ein bequemer, oft gepolsterter Sessel (oder Schaukelstuhl), in dem der ältere Hausvater saß, um nachdenklich zu ruhen oder zu rauchen.
Sein Haus bestellen: Eine biblische Redewendung (nach Jesaja 38,1) für das regeln aller letzten Angelegenheiten, bevor man stirbt oder sein irdisches Leben abschließt.
.
Fortsetzung folgt
Weitere Inhalte
- Eine Mutter -Ein Bild des mennonitischen Lebens in Russland Hier
- Deutsche im Sonnenland Hier
-Einwanderung und Anfänge der Mennoniten in Brasilien Hier
- "Geschichten aus der Geschichte der Mennoniten"
Das Programm vom Jahr 2025 - Hier
Das Programm vom Jahr 2024 - Hier
Das Programm vom Jahr 2023 - Hier
Texte, die über Whatsapp angefordert werden können:
-Die Mennoniten Brasiliens sterben aus
- 1930 Weihnachten bei den Deutschrussen im Flüchtlingslager
- Ob der Prediger es schaffen wird, Russland zu verlassen
- Warum wir die Auswanderung verpasst haben
- Nicht alle haben am Roten Tor gesungen
-Ak-Metschet - eine Mennonitenkolonie im fernen Asien
- Russland im Jahre 1929, Der Bote
- Die vielfältigen Rollen der Mennoniten im Holocaust
Helene Berg - mennonitische Hebamme in Molotschna, eine gute Bekannte Himmlers, ein Naziführer
Amalie Reimer - aus Chortitza, Mennonitin, Agentin der Kommunisten, Kollaborateurin der Nazis.
- Ein Besuch bei den Amischen Mennoniten - Cornelius Krahn
-Flucht aus der Hölle Stalins
-Schreckenstage in Moskau Was unsere Eltern in jenen Novembertagen erlebt haben anhand von Berichten der Mennonitischen Rundschau
- Die hutterischen Brüder - Wanderungen und Leid
-Texte:Brautschau eines Predigers, Gehen Mennoniten in der Stadt unter?, u.a.m.
-Die Mennoniten Russlands und die Zaren
-Das tragische Ende der Danzig- Westpreußischen Mennoniten Gemeinden
-Turkestan-Eine mennonitische Auswanderung mit Folgen
- Die Autobiographie Wilhelm Hüberts
- Mennoniten in Polen/Preussen
- Die erste Auswanderung der Mennoniten nach Südrussland
- Tagebuch aus dem Reich des Totentanzes - Ein Bericht über die Zeit von Machnos Terror unter den Mennoniten
- Erinnerungen aus dem alten und neuen Rußland
- Besuch bei den Aultkolonia, Bolivien
- Mennoniten und die Herstellung von alkoholischen Getränken in Russland
- Erinnerungen an Moskau, 1929, Heinrich Martins
- Schwere Verbrechen und Vergehen in Russland
- Was macht mennonitische Beerdigungen so einzigartig?
- Mennonitische Namen
- Reisen eines Schweizers nach Südrussland, 1822-1828
- Über die Abspaltung der Sectierer. Geschichte der Gründung der MBG in Russland in den Augen eines Aussenseiters
- Die Reise von Charbin zum Chaco - Irmgards Vorfahre erzählt dieses Abenteuer
- Lehrer Heinrich Heese (1787-1868) -Die Widerwärtigkeiten eines bedeutenden Lehrers unter den Mennoniten Russlands
-Als der Weltkrieg zu Ende ging, welche Nachrichten unsere Eltern bewegten
- Der "Stundismus" - Eine evangelische (rein russische) Erweckung zur Zeit der Mennoniten in Russland